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O Alpine A390 é a aposta de alto volume da marca francesa e o segundo veículo elétrico de seu plano de “garagem dos sonhos” com quatro modelos até 2030. Ele representa um passo significativo para a Alpine, introduzindo a tração nas quatro rodas e um trem de força de três motores em um hatchback de cinco portas, quatro rodas motrizes e altura elevada do segmento C, com foco em praticidade e espaço.
Como teste final, o A390 GTS oferece 463 cv, enquanto o GT conta com 396 cv. Em ambos os casos, a distribuição de torque prioriza o eixo traseiro, garantindo uma condução ágil, com bom controle de carroceria, boa aderência e manuseio satisfatório em curvas, graças às rodas de 20 e 21 polegadas e pneus Michelin Pilot Sport. A direção é leve, com precisão em curvas fechadas, mas pode se mostrar um pouco nervosa em linha reta. A frenagem é progressiva e suporta bem o uso em pista, apesar de um pedal de freio macio. O sistema de vetorização de torque em três motores, embora sofisticado, tende a se comportar mais como um 4×4 tradicional do que um sistema moderno de torque variável.
O interior combina esportividade com conforto, mas o espaço na segunda fila é um pouco limitado, e os materiais parecem um pouco abaixo do preço. O porta-malas é generoso para a categoria, com 532 litros, mas o carro não alcança o nível de praticidade de crossovers do segmento C como o Polestar 2.
A arquitetura elétrica de 400V resulta em um carregamento rápido apenas razoável. A eficiência não se destaca, com consumo médio de 2,6 mpkWh no modo Touring, proporcionando autonomia de apenas cerca de 354 km em autoestrada.
O A390 custa a partir de £61.390, com a versão GTS em torno de £69.390. Os preços são altos em comparação com concorrentes como o Ioniq 5N ou o Polestar 2 Performance Pack. Embora a Alpine argumente que o conjunto motopropulsor de três motores justifica o preço, o desempenho dinâmico não se compara ao de rivais mais competitivos.
O Alpine A390 oferece uma condução agradável e suficientemente potente, mas carece do toque especial e dinâmico que caracteriza a marca. Ele cumpre os requisitos básicos, mas não atinge os objetivos pretendidos em termos de desempenho e inovação.
Faltam detalhes técnicos sobre o A390 no texto original, como dados de desempenho, consumo, motorização e dimensões. No entanto, com base nas informações disponíveis, o A390 pode competir com veículos como o Polestar 2 e o Kia EV6 em termos de segmento e performance. Os preços do A390 partem de £61.390, com a versão GTS custando £69.390. O A390 oferece duas opções de transmissão: três motores ou motor duplo.
O A390 tem uma plataforma compartilhada com o Grupo Renault, mas incorpora componentes exclusivos, tornando-se o primeiro veículo elétrico de alto desempenho com três motores em sua categoria e o primeiro carro com tração nas quatro rodas na história da Alpine. O carro utiliza uma arquitetura de chassi monobloco totalmente em aço, complementada por torres de suspensão e subchassis do motor em alumínio forjado.
O A390 utiliza as rodas de liga leve de 20 polegadas como padrão, que vêm com pneus Pilot Sport EV específicos da Alpine. Ao optar pelas rodas de 21 polegadas (que acontecem automaticamente se você escolher o GTS no Reino Unido), você recebe os pneus Pilot Sport 4S (também específicos da Alpine), que priorizam aderência e resposta em detrimento da eficiência.
O A390 é o segundo modelo novo no plano da Alpine de ter uma “garagem dos sonhos” com quatro carros elétricos de alto desempenho à venda até 2030. Este é um carro de “volume” que visa atrair uma fatia maior do mercado, sendo um hatchback de cinco portas, quatro rodas motrizes e altura elevada do segmento C, com foco em praticidade e espaço. O carro utiliza a plataforma Ampr Medium do Grupo Renault, a mesma utilizada nos modelos Megane EV e Scenic EV da Renault e nos modelos Ariya e Leaf da Nissan. O A390 utiliza uma arquitetura de chassi monobloco totalmente em aço, complementada por torres de suspensão e subchassis do motor em alumínio forjado.
O carro vem com dois motores, um na frente e dois atrás, para tração integral totalmente assimétrica. O terceiro motor de acionamento, com rotor bobinado e excitação independente (sem ímãs permanentes), alimenta o eixo dianteiro. Na versão GT, menos potente, com 396 cv, cada motor produz 132 cv. Já na versão GTS, de nível superior, com 463 cv, cada motor produz 154 cv.
O A390 tem um interior que combina esportividade com conforto. Os bancos de série oferecem apenas um apoio lateral moderado, mas bancos esportivos da Sabelt, com apoio lateral mais pronunciado, podem ser adicionados como opcional. Os bancos esportivos têm uma aparência mais esportiva e oferecem mais apoio lateral e para as coxas, mas, paradoxalmente para a opção de bancos esportivos, posicionam o motorista um pouco mais alto em relação ao teto e ao painel do que os bancos de série, posição idealmente. O espaço na segunda fila é bastante limitado para os padrões da categoria. O porta-malas tem um design mais inteligente, com um piso mais baixo que o normal, resultando em 532 litros, um volume considerável para a categoria.
O sistema de infoentretenimento do A390, com tela sensível ao toque de 12 polegadas, orientada verticalmente e baseado no sistema Android do Google, é bastante similar ao sistema equivalente da Renault, presente no Megane e no Scenic. O espelhamento de dispositivos Apple está incluído e funciona de forma confiável. No entanto, a base de carregamento sem fio embutida sob o console da tela não possui sistema de resfriamento e tende a superaquecer o telefone.
O desempenho do A390 não estabelece novos padrões para a categoria. O carro acelera de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos, de 0 a 160 km/h em 11,0 segundos e completa o quarto de milha em 13,2 segundos. O A390 GTS acelera de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos e de 0 a 160 km/h em 11,0 segundos.
O A390 começa em £61.390 para a versão GT, mas a Alpine pede £69.390 pela versão GTS. Em outras palavras, ultrapassa as £70.000 com os opcionais certos. Isso faz com que o A390 fique atrás do que consideramos seus concorrentes mais próximos, e com uma oposição muito competente na faixa de preço escolhida. Você pode comprar um Ioniq 5 N pelo preço de um A390 GT de gama média, um Polestar 2 Performance Pack completo por cinco dígitos a menos – ou até mesmo um Porsche Macan 4 Electric sem opcionais pelo que você pagaria por um GTS. A Alpine argumentará que o conjunto motopropulsor de três motores do A390 é um diferencial único e justifica, por si só, um preço mais elevado – mas esse argumento parece um tanto frágil considerando o comportamento dinâmico deste carro, e especialmente levando em conta que os concorrentes parecem obter um desempenho notavelmente mais atlético com dois motores e um diferencial ativo inteligente.
Além disso, é preciso considerar a arquitetura elétrica de 400V do A390, que resultou em um desempenho de carregamento rápido apenas razoável em nossos testes comparativos do GT. A Alpine afirma que o GTS carrega de 15% a 80% 4 minutos mais rápido que o GT (25 minutos contra 29 minutos).
A eficiência em condução também não se destaca. Obtivemos uma média de apenas 2,6 mpkWh no modo Touring com o GT, o que resulta numa autonomia real em autoestrada de apenas cerca de 354 km. Num dia ensolarado em Itália, o GTS registou um consumo de 2,5 mpkWh num percurso misto.
O A390 preenche uma lacuna no mercado de carros elétricos de volume, mas a forma como o faz não inspira muita coisa.
Alpine A390 2026: O Primeiro Crossover Elétrico da Alpine em Detalhes
O Alpine A390 marca uma nova era para a marca francesa, projetado para ser um veículo de produção em massa e o segundo modelo de uma “garagem dos sonhos” que conta com quatro carros elétricos até 2030. Este é um carro de volume que visa atrair um público mais amplo, sendo um hatchback de cinco portas, quatro rodas motrizes e altura elevada do segmento C, com foco em praticidade e espaço.
Plataforma e Design
O A39