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Alpine A390 2026: A Grande aposta da marca em Crossover Elétrico Premium
A Alpine, marca francesa que carrega a herança de sua gloriosa trajetória na Fórmula 1 e um legado de carros esportivos leves e ágeis, está se lançando em uma jornada de transformação audaciosa. Com o lançamento do seu segundo modelo elétrico de alto desempenho, o Alpine A390, a fabricante busca consolidar uma “garagem dos sonhos” com quatro veículos elétricos até 2030. Contudo, o Alpine A390 não é apenas mais um modelo em seu portfólio; ele representa uma aposta ousada de volume e versatilidade, prometendo conquistar novos mercados com seu design distintivo e tecnologia de vanguarda.
Este artigo de análise aprofundada do Alpine A390 2026 explorará todos os aspectos deste emocionante veículo, desde sua estratégia de design e estilo até seu desempenho dinâmico e custos de propriedade. Abordaremos os desafios da marca em expandir seu alcance para além dos entusiastas de longa data, posicionando o A390 em um nicho competitivo repleto de rivais estabelecidos. Com base em nossa análise detalhada e experiências de condução, avaliaremos se o Alpine A390 2026 tem o potencial de ser o sucesso comercial que a marca busca.
Introdução ao Alpine A390 2026
O Alpine A390 é o segundo modelo na estratégia da marca de construir uma “garagem dos sonhos” de carros esportivos de alto desempenho até 2030. Ele é um hatchback de cinco lugares, quatro portas, com altura elevada, com um porta-malas generoso e tração nas quatro rodas de série. Embora a Alpine prefira não usar os termos “crossover” ou “SUV”, o A390 se encaixa nesse segmento de mercado, competindo diretamente com modelos como o Polestar 2 e o Kia EV6.
Assim como o A290, o A390 utiliza a plataforma compartilhada do Grupo Renault, mas com componentes exclusivos que o tornam o primeiro veículo elétrico de alto desempenho com três motores em sua categoria. Ele também marca o retorno da tração nas quatro rodas à história da Alpine. A grande questão que se impõe é: o que a vetorização de torque totalmente assimétrica, as novas dimensões em desempenho elétrico e os novos níveis de espaço e usabilidade diária podem trazer para a marca Alpine?
Design e Estilo do Alpine A390
O Alpine A390 se destaca por seu design arrojado e distintivo, que tenta equilibrar esportividade e versatilidade. A linha do teto curva, as colunas inclinadas e os balanços curtos criam um visual que remete ao icônico A110, embora com proporções mais robustas. Os designers da Alpine descrevem o carro como um “fastback esportivo”, um termo que, embora pretensioso, sugere a criatividade e originalidade que a marca busca transmitir.
A coluna D, com seu formato levemente afilado, é o ponto onde a referência ao A110 no design exterior se torna mais explícita, especialmente quando adornada com os emblemas da bandeira francesa “Le Tricolore”. No entanto, em termos de estilo, o A390 carece de um certo “algo mais” que caracterizava os carros da Alpine. Embora tenha alguns elementos interessantes de engenharia de transmissão e um design distinto, não é leve e a engenharia da plataforma e da suspensão parece um pouco desvinculada da identidade da marca. Os três motores, apesar de impressionantes na teoria, não entregam o desempenho líder da categoria.
Um dos aspectos mais notáveis do design do A390 é a forma como ele se encaixa no segmento de mercado. Ele compete em uma categoria onde modelos como o Polestar 2 e o Kia EV6 se posicionam como crossovers elétricos de alta performance. A linha de teto curva e as colunas inclinadas do A390 visam destacá-lo como um cupê, além de um irmão natural do esportivo Alpine A110. Os designers da Alpine preferem o termo “fastback esportivo” em vez de “crossover”, mas para o público em geral, será suficiente considerá-lo um crossover elétrico com características de design esportivo.
Arquitetura e Plataforma
O Alpine A390 adota a plataforma anteriormente conhecida como Ampr Medium (e antes disso, CMF-EV), a mesma utilizada nos modelos Megane e Scenic EV da Renault e nos modelos Ariya e Leaf da Nissan. Trata-se de uma arquitetura de chassi monobloco totalmente em aço, complementada por torres de suspensão e subchassis do motor em alumínio forjado. Essa abordagem garante uma estrutura robusta e rígida, essencial para um veículo de alto desempenho.
O A390 está disponível em duas versões distintas: GT e GTS. Ambas compartilham uma única opção de bateria com capacidade utilizável de 89 kWh, o que simplifica a escolha para o comprador. A história da bateria do A390 é um pouco mais complexa. O Grupo Renault tem trabalhado para trazer a produção de baterias para a França e reduzir a dependência de países do Extremo Oriente. Para o GT, as células são fabricadas na Polônia pela LG, enquanto as do GTS são produzidas na França pela Verkor.
Graças à composição química diferente (ainda NMC, mas com mais níquel), a bateria do GTS também suporta uma corrente mais alta. Isso se aplica em ambas as direções, então o GTS carrega mais rápido que o GT (150 kW contra 190 kW) e fornece mais potência aos motores.
Motores e Desempenho do Alpine A390 2026
Os motores são um aspecto definidor do A390, pois, assim como o Tesla Model S Plaid e o Maserati Granturismo Folgore, o A390 possui três motores – um na frente e dois atrás – para tração integral totalmente assimétrica. Um terceiro motor de acionamento, com rotor bobinado e excitação independente (sem ímãs permanentes), alimenta o eixo dianteiro.
Na versão GT, menos potente, com 396 cv (a versão em que realizamos os testes de desempenho), cada motor produz 132 cv. Embora o motor dianteiro tenha um torque ligeiramente superior ao dos motores traseiros, a combinação dos dois nas rodas traseiras direciona quase dois terços da força motriz do carro para o eixo traseiro. Já na versão GTS, de nível superior, com 463 cv, cada motor produz 154 cv, mas a distribuição de torque é semelhante à da GT.
No entanto,Despite having 50% more engines than its rivals, the A390 doesn’t set new standards in this segment, although Dieppe probably didn’t expect it to either. We have tested the GT’s numbers on the Horiba Mira test track and driven the GTS more informally, both on the road and on the track.
To lead this class of fast electric crossovers, you would need an acceleration time from 0 to 100 km/h close to 3.0 seconds. But even if the A390 managed to achieve this mark (not even the GTS version is advertised as being that fast), it would be a shot in the dark in a category where a new rival with even more impressive power seems to emerge every couple of months.
Highway performance remains pretty strong, though not in the same league as the more powerful rivals (80-130 km/h in 3.7 seconds; Polestar 2 BST Edition 270: 3.2 seconds, Hyundai Ioniq 5 N: 2.5 seconds).
On the day of our test, the A390 GT accelerated from 0 to 100 km/h in 4.6 seconds, 0 to 100 km/h in 4.9 seconds (just a tenth of a second slower than Alpine advertised), and completed the quarter-mile in 13.2 seconds. While respectable, these numbers probably won’t make many customers who were already inclined to be interested in the car sit up and notice immediately – but they do make it a fast, agile and sporty road car.
On dry asphalt, our car had all the traction it needed – although, as our timing equipment confirmed, its launch control system made little to no difference to its acceleration. It prefers to simulate Enterprise-style spaceship noises and display a warp speed-themed screen rather than actually recalibrating the motors’ torque delivery, exploiting the tyres and electronics’ limits, and delivering all the necessary power to the front, as expected of a car from a renowned European high-performance brand.
As with the A290, regenerative braking is not controlled by steering wheel paddles, but by a switch at the bottom of the steering wheel that works quite intuitively and also gives direct access to a one-pedal driving mode. The overtake button, marked “OV”, located in front of the regeneration switch on the steering wheel, apparently only increases the accelerator pedal’s sensitivity, so we didn’t use it much.
The GTS is not very different in character, but if the GT leaves a bit to be desired in straight-line acceleration, the GTS comes closer to a truly exciting performance car. It should be enough for anyone, although the fact is that the Ioniq